Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Com um sorriso, chegas ao infinito.

Um espaço, que descreve a minha atitude perante a vida. Viver com um sorriso, perspectivando um futuro melhor. Sorri sempre!

Com um sorriso, chegas ao infinito.

Um espaço, que descreve a minha atitude perante a vida. Viver com um sorriso, perspectivando um futuro melhor. Sorri sempre!

30.06.21

Um dia inesquecivel


Maria Neves

 

800px-Castelo_de_penela_(80).JPG

05D767C0-E4E0-404D-8BB0-F707E6BF5076.jpeg

CB725FB9-DB54-4C2E-AFEA-CC9C09661C36.jpeg

Um dia inesquecivel

Pela tarde fresca de Junho, 
Fiz- me à estrada até à Beira,
Visitar as raízes da existência,
A saudade existe, queira ou não queira.

 

Entrei no hotel,  bebi um Gin, 
Olhei a minha volta, e reparei,
Em sete meses  tudo  mudou,
A origens, nunca deixarei.

As serras à volta,  estão em metade,

Rasgadas pelo betão,
Brilham,  quando o sol se põe,
Rasgos tenazes da  civilização.

Desfrutar a vida,  é um desafio,

No horizonte,  traço o que pretendo,
Deixo passar ao lado, o fastio,
Viver de outra forma, não compreendo.

 

Entrando  no crepúsculo,  olho o castelo,
Símbolo da altivez de um povo,
Marco da história,  e de um tempo,
Folgando grandeza de novo.

Foto da vila: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Castelo_de_penela_(80).JPG

Maria Neves

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

29.06.21

Alma preenchida


Maria Neves

 

F93C3AFD-151D-498A-A09F-B8700172B51E.jpeg

3EA24EDD-3650-43B1-B920-4C0338025319.jpeg

Alma preenchida

 

Acordar pela manhã, com muito sol,

Nesta terra por mim escolhida,

Com a estatistica do  meu blog,  fiquei,

Com a minha alma preenchida.

 

Penúltimo dia de férias do ano,

Vou além,  ou talvez sair,

Cultivar a mente,  olhar o mar,

Fico sem saber, para onde ir.

 

Vou escrever , e ver o mar...

Estamos em Pandemia,

Não cansa olhar o horizonte,

Cansa imenso, ter a alma vazia.


Maria Neves

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

28.06.21

O pensamento


Maria Neves

5BF2E48D-064C-4720-BF48-4EDDA14353AF.jpeg

 O pensamento 

Cada pensamento tem vida,
A vida emerge do pensamento,
Assim criarás os trilhos,
Que tem cada momento.

O mais importante para viver,
Será sonhar, criar, e pensar,
O sonho promete a vida,
O pensamento permite sonhar.

Mas não te esqueças de viver,
E, não caminhes  sozinho,
Que o sonho alimenta a mente,
Mas, o pensamento ensina o caminho.

Maria Neves

27.06.21

Silêncios


Maria Neves

 

CD0B69B8-C45D-447B-8A3A-91791D535A9A.jpeg

6FF7DEBB-E6B1-4118-B087-DE382619D3F9.jpeg

Silêncios 


Quando os silêncios invadem  a minha mente, 

Fica apenas o som,  da minha música favorita,

Ouvir,  poder cantá-la,  ouvi-la novamente,

Imprime sobre o  silêncio,  a memória na sua pegada  escrita.

 

Escrever ao fim da tarde,  sobre  o silêncio, 

Observar o cair do dia com calma,

Tranquilo flui o pensamento, 

Escrevo sobre  alguns males,  retidos  na alma.

 

No silêncio penso sobre o futuro,

Tendo a noite como mentora,

Não consigo deixar de  pensar  no muro,

Que  o ser humano cria de forma vil, e, tentadora...

 

Maria Neves

 

 

 

 

 

 

26.06.21

Cheiro a maresia


Maria Neves

Cheiro a mar e maresia

 

Peniche  ontem,  quando cheguei,

De férias, por outro lugar,

Olhando o mar,  com os olhos o abracei.

Peniche terra de amores  e de mar.

 

Sentir, o cheiro a mar e maresia,

Ver o azul do céu,  e do mar, 

É  pura realidade, não é fantasia,

Ter o previlegio  de aqui morar.

 

Do Alentejo sinto saudade,

Dos mimos da Pousada do Crato,

Do nascer  do sol , ao crepúsculo,

Por tudo ficarei grato. 

A vida é uma sementeira de afecto,

De  quem  nunca  se recusa  no esforço,

De quem não deixa o seu próprio projeto,

De quem na sua colheita tem gosto.

 

Maria Neves

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

25.06.21

Comportamentos


Maria Neves

D4AC195F-0A33-4296-917E-71AC83ABFFC0.jpeg

98FC8EC0-9B36-40C4-8427-ADD724E8B660.jpeg

44DC8E0B-21D4-4DDF-A4AE-B207EFEE3143.jpeg

Porque existe tanta resistência em se aceitar o Ser, como Ser ...

Há alturas em que ainda fico perplexa com o ser humano, ou talvez desumano, do século XXI.
Nas minhas leituras diárias, cada vez mais me parece,  que certas pessoas perderam o juízo.
Vivem como se não houvesse amanhã,  sem pensar nas consequências dos seus actos. Estamos em Pandemia, e, com uma variante mais  crítica,  basta olhar para países como Israel.

 Em Portugal, usou-se a liberdade que não existia.  Comportamentos desadequados em termos pandémicos foram atingidos. Temos novamente o país, como em Fevereiro deste ano.

Ainda se lembram do número de mortos?
E os que sobreviveram e ficaram com sequelas. Vidas que sofrem, e , tantas vezes, são os mais assertivos.

Agora para Sevilha? Tenhamos juízo!!!
A nível de vacinação, exemplarmente conduzida pela Task Force, pelo Sr. Almirante Gouveia e Melo. Continua no espírito de alguns portugueses, "o vale tudo",  utilizar vacinas sem seguir o plano oficial?
Como é possível!
Ainda sobre comportamentos, a "triste figura" da Hungria face as orientações sexuais das pessoas.Calma, para onde é que vamos?
Recuar na história, a vergonha de ser gay , ou pertencer a uma comunidade LGBT,  era  "uma vergonha, credo"!

Meus amigos, acordem,  estamos no século XXI. E que tal ter um pouco de respeito pela diferença?

 E que tal, pensar que o preconceito existe, sim, porque o alimentam.
 Cada um é como é, e pronto.  Valha-nos uma Europa unida nessa vertente.
" Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades ", Luís Vaz de Camões.
 Ele já sabia...
 Agora não sabem nada...

Maria Neves

24.06.21

Esperança e confiança


Maria Neves

 

5B5AB695-7B9E-44F4-8972-2D0BD11AA5D6.jpeg

7EFC2BB0-2A90-42A7-A0AC-6E2889390181.jpeg

Esperança e confiança 

Nunca  perder a esperança,
Amanhã será outro dia,
Noutra terra, a nossa terra,
Já com saudades do nosso mar,
Adorámos a nossa estadia.

No Alentejo,  este Mosteiro,
Fica na nossa memória,
Os momentos aqui vividos,
Farão parte da nossa história.

Um dia iremos voltar,
Como sempre fazemos, em cada viagem atrevida,
Em Portugal ou no estrangeiro,
A vida deve ser bem vivida.

Nunca percamos a confiança,
Dias melhores virão,  é preciso ter calma,
Havemos livrarmo-nos do mal,
Aqui lavámos a alma.

 

24.06.21

Alentejo ao crepúsculo


Maria Neves

932FE94F-EAAC-403A-BE03-59E992F606C6.jpeg

Alentejo ao crepúsculo 

O  crepúsculo  cai sobre o horizonte,

O céu cor laranja brilhante,  seduz,

Só no Alentejo encontro estas cores,

Que ao descanso,  e à paz interior nos conduz.

 

Na varanda do hotel vejo a noite, que vai descendo,

Negra como um breu.

Não sei,  não compreendo,

O que ao nosso mundo aconteceu.


Uma estrela no céu brilha,

Iluminando a noite escura,

Um pássaro ao longe grita,

Manifestando a sua amargura.

 

Que a noite traga consigo,

O descanso, o sonho, o desejo,

Cultivando na nossa mente,

A esperança que  eu almejo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

23.06.21

O vento no claustro


Maria Neves

4062D3DD-F6E1-4FEB-8F52-CE026E190841.jpeg

82B8E1E9-5977-4BDA-BFE8-A6579D18650D.jpeg

FC8497E0-0593-4FE6-8837-BE47571963EB.jpeg

C04340B1-9A49-4359-8CFE-5C2370618F8C.jpeg

"O vento  no claustro"

Quem a cultura despreza,
Quem na vida não sabe a
estrada,

Quem não preenche o seu
próprio Ser,

Tem uma mente cheia de nada.

O vento canta no claustro,
O sol pôe-se no poente,
A cegonha defende o seu
ninho,

O galo canta de contente.

Todo este espaço é poesia,
Até o vento fresco fascina,
Todo o passado tem uma
história,

E toda a história, tem
melodia.


Quem  não tem medo do tempo,
Quem não tem tempo, para o
medo,

A sua vida não terá lamento,
Guardará para sempre o segredo.


Maria Neves











 

 

 

 

22.06.21

O Canto dos pássaros no Mosteiro


Maria Neves

5A9E3962-CA59-462C-86EB-057DA1A1BE5D.jpeg

3578B222-37BA-458A-A29A-CC0E7932683B.jpeg

Alentejo 

Nos meus tempos de criança,

Ouvia o meu avô,  dizer então,

Alentejo,  além-Tejo,

Terra de sol quente, e de pão.

 

Quem não tinha sustento,

Quem pão na mesa não tinha,

Debaixo do sol em brasa,

Era para o Alentejo que vinha.

Apanhavam  o trigo para o pão,

Traziam o dinheiro da jornada,

Com muito suor e esforço,

Tinham a família governada.

 

Mas o homem não vive só do pão,

Na verdade o tempo mudou,

Precisa de força e alento,

E,  ao Alentejo voltou.

 

Aqui neste lugar,  que de verde se enche,

Não há gritos, não há nada que me perturbe a mente,

Só o canto  dos pássaros no Mosteiro,

O temor  pela vida, me desmente.

 

Maria Neves

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pág. 1/3