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Com um sorriso, chegas ao infinito.

Um espaço, que descreve a minha atitude perante a vida. Viver com um sorriso, perspectivando um futuro melhor. Sorri sempre!

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22.07.21

A Ponta do Trovão - Peniche


Maria Neves

A Ponta do Trovão

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A península de Peniche, em termos geológicos, mostra uma sucessão de estratos de rochas sedimentares carbonatadas de idade jurássica, registando, de forma contínua e ímpar, cerca de 20 milhões de anos da história geológica portuguesa. Paisagens dramáticas de outro mundo como nunca viu antes e que são de cortar a respiração. Um ecosistema ímpar que faz de Peniche o melhor local na Europa para observação de aves migratórias.    A partir dos estudos no estratotipo de Peniche concluiu-se que no Jurássico Inferior a Península Ibérica era uma ilha e que as zonas das cidades como Coimbra, Lisboa e Peniche eram mar, só existindo ambiente marinho. Uma história registada nas rochas que remonta aos primórdios do Jurássico (200 milhões de anos) e à “vida” mais recente do Planeta Azul, quando os dinossauros já povoavam as zonas continentais e a Península Ibérica ficava perto da porção setentrional do continente americano. Constitui, assim, o melhor registo em Portugal de rochas daquela idade, relacionadas com uma fase marinha iniciada há 190 milhões de anos, anterior à génese do oceano Atlântico.

A Ponta do Trovão localiza-se na zona Norte da península de Peniche e destaca-se na fisiografia desta pois projecta-se através de uma “ponta” rochosa, ladeada por uma pequena enseada que forma uma praia em “U”, a Praia do Abalo. A Classificação da Ponta do Trovão pela International Union on Geological Sciences “mostra uma sucessão de estratos de rochas sedimentares carbonatadas de idade jurássica, registando, de forma contínua e ímpar, cerca de 20 milhões de anos da história geológica portuguesa”. “Constitui, sem dúvida, o melhor registo em Portugal de rochas daquela idade,

A cerca de 500 metros da minha casa, situa-se

" O Sítio Geológico de Importância Mundial-A Ponta do Trovão".

Confesso que, tão perto não ter visitado é vergonhoso. 
Mas, com a Pandemia, ficámos reduzidos aos locais seguros
e anteriormente visitados.

Em dias como hoje, sem ondulação, e sem vento, foi muito bom para a sua visualização,  tanto as áreas fossilizadas, como nos locais cobertos, habitualmente pelo Oceano Atlântico.

A salientar, que foi um dia de folga muito bom,  apesar do Sol estar ausente.

Fontes:https://www.centerofportugal.com/pt/article/peniche-o-paraiso-geologico-de-portugal/

Fotos: Tiradas por mim.

Maria Neves

 

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